CONSIDERAÇÕES SOBRE   EDUCAÇÃO

31 de julho de 2017

Pokemon e a aposentadoria

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Pokemon Go..e muitos acompanham e vão..Volta à infância? Falta do que fazer? Perigoso? Golpe para pesquisar  e adentrar nossas casas? Bem, se esta teoria for correta, estou f…. porque meu quarto, por algum motivo que desconheço é um lugar muito aprazível para pokemons.  Acreditem, já acordei com minha filha sentada na minha cama com o celular na mão no meio da madrugada. O que ela fazia? Caçava pokemons raros??!!!!! Como assim, estou cercada, nem no meu quarto tenho paz?? Estarei sendo vigiada?? Meu George Foreman é outra área muito adorada pelos bichinhos das pokebolas. Segundo me explicaram é o quadrilátero em que meu apartamento está localizado. Estou até pensando se posso ganhar um dinheirinho negociando esses pokemons alojados em casa.

O lado bom é que minha filha antes sedentária, agora anda  muito a pé ou de bicicleta e segundo ela, fez muitos amigos. De fato, vejo famílias inteiras saindo juntas em caça dos pokemons, logo o jogo está proporcionando exercícios e momentos em família.

Claro, que tudo tem seu lado positivo e negativo como pessoas tendo seus celulares roubados,  sendo atropelados em meio a batalhas ou caçadas ou mesmo deixando de estudar ou trabalhar para duelar.

Porém, voltando ao lado positivo. Minha filha conheceu vários idosos participando ativamente dos jogos, pegando ônibus para ir atrás das pokestops ou ginásios, dançando de felicidade ao caçar um pokemon raro e mandando os netinhos correrem na frente para pedir que o grupo de jovens esperem por eles para iniciar a batalha.

E eu que achava que faria tricô, crochê ou bordado quando me aposentasse, começo a me preocupar, pois   com as artes manuais eu ainda quebro um galho, mas jogar pokemon??? O que será de mim na velhice. Ficarei no ostracismo??



10 de julho de 2017

Cãominhada ou aerominhada?

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Cãominhada  ou aerominhada?

Caminhando pela avenida da praia juntamente com vários cães, cachorrinhos e cachorrões num evento tipicamente canino, lembrei-me de uma cachorrinha que provavelmente inspirada pelo filme SEMPRE AO SEU LADO,  resolveu  que ficar longe da sua família era algo impossível e impensável.

A família também não queria ficar afastada de sua querida PUCCA, por isso ao optar por viver em Israel, tomaram todas as precauções e seguiram todas as exigências  das companhias aéreas para que ela os acompanhasse na viagem  dentro da cabine, junte aos familiares, embora adormecida.

A primeira parte da viagem São Paulo Istambul, foi tranquila,  Pucca dormiu como um anjo, bem próxima da família. Entretanto,  houve troca de aeronave para  Tel Aviv  e aí não permitiram que ela continuasse acompanhando a família.Foi obrigada a ir no transporte de carga. É verdade, barrada no embarque. Muitos intérpretes, muita discussão, muitos artigos de lei mencionados e formulários apresentados, mas sem sucesso. Pucca  teve que ir para o compartimento de carga.

O que a companhia não sabia, é que não se separa uma família. E Pucca, não admitiu a separação. Mesmo sendo sedada, não se conformou. Ninguém segura um cãozinho obstinado.

A família inquieta em seus assentos começou a ouvir os latidos de Pucca e tinham a nítida sensação de que era ela  se movimentando no compartimento de carga. As aeromoças garantiram que não era possível, além de estar adormecida ainda estava na casinha própria para o transporte.

Angústia geral para todos. Viagem longa quase interminável…… dois séculos separaram   as duas cidades…sem pleonasmo, podem entrevistar a família. Certamente, responderão que, ao invés de aproximadamente duas horas, levaram 200 anos.

Finalmente, aterrissaram e com certeza os olhos e o coração da família desembarcaram primeiro e rapidamente buscando  encontrar Pucca. Esperar….esperar ………..todas as malas foram entregues e nada da Pucca aparecer, Até que surgem  dois seguranças  cercando  uma  oficial com uma cachorrinha  fofinha como algodão   no colo, porém não era branquinha. Na verdade, estava pretinha de tanta sujeira  do compartimento de carga e, parecia muito arredia ou  rebelde reclamando muito pela separação. Pucca não só se soltara como andara tanto no compartimento que deve ter  deixado  tudo limpinho. Em contrapartida, Pucca parecia ter trocado de cor!!! Deve ter dado  um trabalhão para apanhá-la.

Ah, o que não se faz para ficar junto à família.  E o trauma? Bem, se houve trauma não sei, mas  sei que hoje em dia ela já está  fluente em Hebraico.

 

 



21 de junho de 2017

Eu e o pé de feijão – resiliência em tempo de crise

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3404570a-5be7-4d0d-a85a-4867dafdad05 (1)Após alguns pouco dias viajando, ao retornar  à minha casa, deparo-me com algo verde dentro do coador de café que havia ficado secando no lava-louças em cima da pia. Toquei levemente acreditando ser um bichinho somente para surpreender-me ao verificar que eram brotos de feijão..e acredite-me estavam  germinando. Deixei-os  quietinhos lá..crescendo até que meus filhos chegassem em casa. Eu conseguia entender que feijões enclausurados numa casinha-coador quentinha, com a umidade que vinha da pia proveniente da água que escorrera da louça lavada e o sol que toda  tarde  visita minha cozinha, trouxessem vida à minha casa. Contudo, o que os feijões faziam dentro do coador de café????

Aguardei a chegada de meus cientistas-detetives para esclarecer o mistério sem tocar nas evidências. E os feijões foram crescendo  sem vergonha ou qualquer sinal de embaraço. Até pensei, se meus filhos não teriam trocado nosso carro, já que não temos uma vaquinha, por feijões mágicos e, em breve, eu teria acesso à galinha de ovos de ouro. Porém, nosso carro, permanecia na garagem.

Meu filho, quase um membro do staff  Jeffersonian, analisou as evidências e concluiu que ao ao lavar os feijões para cozinhar, a empregada não percebeu que alguns caíram acidentalmente no coador  originando o crescimento da espécie.

Minha filha, a sonhadora escritora, já construiu uma história e pasmem, quando percebi ela estava regando os feijões continuamente para que crescessem. Segundo ela, os pés de feijão a levariam a Alemanha para rever o irmão que lá reside.84c2c429-4007-4d93-8f2a-62091a237066

Resolvemos interrogar nossa  única suspeita no caso. Para nosso desapontamento, ela não fazia a menor ideia de como os fatos ocorreram, mas afirmou ter feito café pela manhã apenas. Assim, conseguimos determinar pelo menos a hora aproximada em que o fato gerador  ocorreu – após às 10 da manhã. A interrogada, também, acrescentou que ao ver os brotos do feijão, até concluiu que estávamos iniciando uma horta em casa. Em tempos de crise,  por que não?

Os feijões tornaram-se famosos e foram os personagens principais de várias postagens nas mais diversas redes sociais desde snapchats  até meu blog, percorrendo  o mundo,  rendendo muitos comentários, curtidas e compartilhamentos. Tomaram ares internacionais.

Antes que a sonhadora ou o cientista do Instituto Jeffersonian resolvesse escalá-los em busca de histórias para contar ou pesquisas, nossa única staff member resolveu colocar fim ao crescimento dos feijões até porque ela queria beber café.

Porém, antes disso, usei-os como prova de que:

- em qualquer idade, as pessoas ainda curtem uma plantação,

- é possível rir em família por qualquer motivo,

- se feijões são resilientes, quem dirá nós seres humanos.

Há esperança para nossas vidas mesmo após um grande sofrimento ou transformação. A vida sempre encontra um caminho. Usa a imaginação!

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23 de fevereiro de 2017

Alsace: Alemanha ou França?

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16114436_10211586745455045_4928454612213468200_nQuando você mora num país onde um monumento com cinquenta anos já é considerado uma antiguidade, caminhar pela ruas de Saverne, cidade que remonta   a era Romana, já, por si só,  é um assombro. Admirar o Chateau des Rohans construído no século XVIII pelo poderoso  clero de Strasbourg  em estilo  neoclássico e com as rochas  avermelhadas  típicas da região, significa viajar no tempo e perder-se em pensamentos e sonhos.

Senti-me flutuando entre um passado histórico  enquanto explorava as ruas da cidade. Para tornar esta viagem ainda mais charmosa, a família francesa que nos acolhia com tanto carinho, levou-nos  a um pub a noite  e num outro dia fomos a um festival  com música , comida e muita animação na praça pública. O frio foi eliminado ferozmente com muita risada, bebida, música e alegria. Conhecemos muitos dos moradores da cidade e entre o uso de francês, português e inglês , conseguimos nos comunicar bem.15965495_10211586741374943_8718650870892454305_n15940574_10211586740374918_5359662104033857698_n

Sempre adorei decoração de Natal e, se Saverne já me encantou, Strasbourg me conquistou irremediavelmente. É a capital de Alsace e localiza-se nas margens do Rio Reno na fronteira com a Alemanha. É considerada  patrimônio da Humanidade pela Unesco.

O centro histórico ao redor da Catedral é impressionante pela construção medieval da Maison Kammerzell, a primeira farmácia da França, as casas em estilo renascentista e as pontes sobre o Rio. Caminhando pelas ruas até brinquei “ Estou me sentindo na França!”16002750_10211586744015009_426426681264216210_n

A fachada da Catedral em estilo gótico com as portas  em madeira trabalhada  com abundância de pequenos detalhes onde em baixo relevo vemos anjos, santos e flores. Por dentro, ela é assombrosamente grande – na verdade a quinta maior do mundo, com colunas colossais que dividem o ambiente em três alas. A ala principal tem 38 metros e fazer aquele trajeto em silêncio proporciona uma Paz incrível. Os grandes vitrais datam do século XIV e o grande super blaster  relógio de 1487, com os doze apóstolos passando em frente a Jesus Cristo é de deixar qualquer um boquiaberto.

16002868_10211586744175013_2119061359843983815_nAo sair da Catedral, passeamos mais uma vez pelas encantadoras ruas admirando as luzes de Natal e a arquitetura, dirigindo-nos para o chamado Mercadinho de Natal. Quando se está com um alemão e uma francesa, passeando por uma região que construiu sua história oscilando entre fazer parte da Alemanha ou da França, é um capítulo a parte, pois o alemão insiste que provemos as comidas e bebidas típicas alemãs e a francesa, alega que são francesas e nos mostra e oferece outros tantos quitutes.15977762_10211586743334992_7977570946264150946_n

Como hóspede, o melhor é não discutir, mantive minha boca ocupada comendo todos os pratos enquanto os dois discutiam qual a origem dos pratos. Por isso,  esta viagem foi perfeita porque  encantou todos os sentidos: vimos, saboreamos, tocamos, ouvimos e sentimos o aroma maravilhoso da cozinha franco-alemã, ou melhor dizer, de Alsace!

 

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16 de fevereiro de 2017

Heidelberg: simplesmente impressive

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HeidelbergChegar de viagem, ainda com o sabor da despedida na memória, e encontrar no jornal local, uma matéria sobre um dos lugares que você visitou e amou, é uma excelente técnica  para fazer  você, dar meia volta e pegar o mesmo avião de volta, sem nem apanhar as bagagens.

Não fizemos isso, infelizmente. Mas, falar sobre Heidelberg foi inevitável.4f037475-9426-4735-a799-e14f3287c570 (2)

O Castelo, já de longe, parece envolvido por uma aura fascinante  e, caminhando pelo parque, pensamentos sobre o eterno e o efêmero surgem em nossas mentes. Afinal, na terra de ilustres pensadores, impossível  não  filosofar. O castelo  parece estar fora desse mundo  como que flutuando e é, segundo especialistas, a personificação do romantismo alemão. O cenário majestoso das ruínas do castelo, cobertas por trepadeiras,  deixa transparecer o poder e a glória de seus antigos senhores, a dinastia dos Wittelsbacher. Construído por volta de 1300 como fortaleza, com torres, casamatas e fossos, o complexo cresceu no alto da cidade ao longo de 400 anos, tornando-se um símbolo feudal dos príncipes do Palatinado.6e5d1b29-b4ed-4f5e-99ff-9545a4200616

A visita ao interior garantiu o acesso a duas  maquetes que ilustram como o castelo era e como ficou após tantos anos de sucessivas guerras. A residência mais antiga ainda identificável é a chamada “Ruprechtsbau”, com uma suntuosa lareira renascentista no seu interior. Parar para imaginar pessoas dançando, andando, e mesmo, trocando segredos, além do medo foi inevitável . A unidade “Ottheinrichsbau” é considerada o primeiro palácio construído em território alemão com uma fachada ricamente ornamentada.0f4b9306-68f7-47ad-95a0-409f09c81bc5

Neste prédio,  está instalado o Museu Alemão da Farmácia.  Senti-me uma alquimista conhecendo  a história emocionante da farmácia. Para se ter uma impressão do cotidiano dos moradores do castelo de Heidelberg, fizemos  uma visita guiada especial pelas salas e pelo tempo. 70cf7794-fc5d-4cb3-9e31-40f0d45d0d00

A construção mais bem conservada é a “Friedrichsbau”, com uma galeria dos príncipes e antepassados na sua fachada.  Entrevistei cada um em meus pensamentos para saber suas vontades, sonhos, preferências e dificuldades.

Não falar do tonel seria um sacrilégio.É simplesmente o “maior barril de vinho da Europa”, e foi construído em 1751 pelo príncipe eleitor Karl Theodor para armazenar o vinho pago como imposto pelos produtores de vinho do Palatinado. Sustentado a sete metros de altura,possui oito metros e meio de largura, alberga 220.000 litros (58,124 galões) de vinho, e tem uma pista de dança construída em cima dele. Este barril era  guardado pelo bobo da corte durante o reinado do Príncipe Eleitor Carl Philip, um anão tirolês apelidado de Perkeo, ficou supostamente conhecido pela sua capacidade de beber grandes quantidades de vinho. Diz a lenda que ele morreu quando equivocado bebeu um copo de água! Deveria ter sido condenado à morte por um deslize desses.

No térreo, fica a igreja do castelo, ainda intacta, com as dependências residenciais acima.  Parada obrigatória para uma prece de agradecimento por tudo que visitei e conheci nessa maravilhosa viagem.  Senti uma Gratidão  tão profunda que lágrimas conseguiram escapar de meus olhos  de maneira teimosa e desobediente.  Foi um choro intenso de gratidão profunda. Aliás, é possível casa nesta igreja e oferecer uma festa em um dos salões. Pense nisso!

Frederico V, com a intenção de criar pela mão humana um paraíso na terra,  projetou o jardim, que coberto por neve, exerceu um fascínio especial para minha família tropical. Durante muito tempo, o Hortus Palatinus foi considerado a oitava maravilha do mundo, embora nunca tenha sido concluído.

Pousando mais uma vez nosso olhar na fachada, imaginamos  como seria o brilho e esplendor daquela grande muralha especialmente quando o sol reluzia no ouro que cobria várias partes das estátuas e desenhos.

O passeio pelo jardim já escuro na saída, embora fossem 4 horas da tarde, surpreendeu-nos com uma linda visão do Castelo. O Castelo parecia iluminado ou em fogo. Talvez, estivesse agradecendo pela visita e por nossas conversas.

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8 de fevereiro de 2017

Na terra da cerveja

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316057cb-d4af-42de-b970-2d5bda2bf432Adoro o colorido da natureza em todo seu esplendor e no Sul da Alemanha, na Baviera com sua capital Munique, conheci uma beleza de cores e paisagens variadas bem diferente de outras regiões da Alemanha e, principalmente de um país tropical. Natureza, ar puro, muita bagagem cultural, a língua diferenciada do alemão e o  modo de vida  dos bávaros são a  marca registrada. Sejam festas com trajes típicos ou as fortalezas e cidadezinhas medievais, castelos magnificentes e igrejas barrocas oferecem os cenários perfeitos para uma viagem no tempo. Tradição e modernidade  andando de mãos dadas.

O que realmente marca a paisagem da região é a proximidade com os Alpes, os castelos e cidades medievais. Munique é uma cidade grandiosa, não tenho adjetivos nem superlativos suficientes para descrevê-la.

A praça tem uma energia  contagiante de alegria!  Bares, lojas, restaurantes…fiz um tour gastronômico sem precedentes e, claro uma vez cercada de jovens, a parada básica e obrigatória na loja da Apple. Quando se está com jovens, esta loja e o Hard Rock Café são pontos absolutamente essenciais. Contudo, estar na Alemanha implica em visitar e provar muiiiita cerveja e eu não me fiz de difícil, provei todas..que delícia!5e53eab5-4ae9-4951-8563-81b41adc3288

Caminhar por Munique é um nunca acabar de usar a visão. Um excelente exercício para os olhos. Admirar, olhar, ouvir a história, rezar em cada igreja e mesmo assim surpreendendo-me extasiada admirando outra construção. Para uma pessoa sem senso de direção como eu, é fácil perder-me  pois o olhar curioso e admirado fica olhando para o alto das construções e divagando ..tentando conversar com as paredes, pedras, bancos..ah se eu pudesse entrevistá-las… queria mesmo era uma viagem no tempo.

Já que a viagem no tempo não é possível, quem sabe um litro de cerveja pode ajudar.  E se Mozart e até a Imperatriz Sissi visitaram e beberam na Hofbräuhaus, minha presença lá foi mandatória. O ambiente é  encantador. Enorme dividido em vários ambientes pois a construção é assimétrica. As garçonetes vestem roupa típica, são super simpáticas e há uma banda  na qual os músicos vestidos à caráter, cantam músicas típicas. Um legal charmoso e cativante. Ficaria lá indefinidamente: lugar bonito, cheio de história, excelente comida e cerveja perfeita para o meu paladar. Ai que saudade que dá!474f77c1-8ba1-4b9d-a778-ba7afc05fee1

Com tanto para me distrair e tanta foto para tirar, você há de se questionar se me perdi em Munique. Bem, gostaria muito de ter me perdido  e ficado lá para sempre, mas isso não foi possível graças a uma boina cor-de-rosa que eu uso. Meus filhos nunca me perdiam de vista..

Que pena! Nunca mais vou usá-la!!

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7 de fevereiro de 2017

Meu dia de princesa

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castelo1Algumas lembranças   comuns povoam o inconsciente das pessoas devido às histórias contadas na infância. E em matéria de histórias, minha mãe e minha avó foram imbatíveis em contar as que já existem e as que elas mesmas criavam. Pão de cará com manteiga, café com leite e “ come que eu conto a história”.

Esta tradição mantive com meus filhos e a tecnologia ajudou a dar vida a muitos personagens de tal forma que visitar o castelo da Disney sempre foi um sonho comum.  Visitar este famoso castelo em Orlando arrancou muitas lágrimas de emoção e muitas fotos. Porém, nada se comparou a visita ao Castelo Neuschwanstein na Bavária ou Baviera, – o inspirador do Castelo da Disney.

Este maravilhoso castelo foi modelo para vários prédios em todo o mundo, especialmente o da Bela Adormecida no parque da Disney na Califórnia, ícone dos contos de fada.  Além desse,  o castelo da Bela Adormecida na Disneyland Paris  também foi inspirado no “castelo de conto de fadas” da Baviera. O mesmo vale para o Excalibur Hotel & Casino em Las Vegas que foi inaugurado em 1990.castelo2

Não posso precisar se foi a beleza suntuosa, elegante  e romântica do Castelo; a localização perfeita, pois pode ser visto de longe incrustado nas montanhas,; a caminhada deliciosa  com paradas para fotos, risadas, comidas ou bebidas para esquentar na luta contra o frio  penetrante ou a companhia que era agradabilíssima, porém posso afirmar com certeza, foi um dos pontos mais altos da viagem a Baviera.

castelo3Descemos de charrete levados por dois cavalos que fizeram questão de espirrar em meu filho enquanto ele tirava uma foto, por isso, lembrem-se que eles são charmosos, mas podem te sujar.

Com um pouquinho de imaginação, podíamos imaginar um Príncipe tentando chegar ao Castelo, ou toda a corte caminhando pelos corredores. Olhava para as paredes e pensava: “ cada pedra, deve ter muitos segredos para relatar.”  Realmente Ludwig II, era um soberano diferente. Gostava, entendia e procurava divulgar as artes. Um apaixonado pela Idade Média, mesclou o Gótico, o Romantismo e  incluiu a ópera de Wagner por vários ambientes. Quase podíamos ouvir a música enquanto caminhávamos em direção ao castelo ou tirávamos fotos.

Ao descer, sentia-me participando de um conto de fadas verdadeiramente, só um ponto ainda é difícil para mim: pronunciar o nome deste Castelo. Por que tem que ser tão grande?castelo4

 

 



27 de janeiro de 2017

Um artista…um Memorial …a História sentida

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16114103_10211591468333114_3423566022078166727_nO que um artista é capaz de fazer? Ele pode te fazer sorri, gargalhar, chorar, pensar.

Bem, Peter Eisenman me fez ficar triste, pensativa e com medo. Visitando o Memorial do Holocausto, senti-me assim.

O dia não poderia ser mais propício:  cinza, nublado, frio, muitoooo frio naquele ponto que uma leve neve cai, mas sem a beleza, só o frio que congela e dói fundo..penetrante…aquele tipo que chega nos ossos, na alma e te derruba……as emoções oscilam entre medo, tristeza e depressão. Caminhar pelos corredores pretos, entre caixas que pareciam túmulos..ora gigantes..ora pequenas…o chão em desnível…a distância que parece estreitar-se esmagando os que ousam caminhar. Os blocos de cimento têm altura e largura variada, então o que parece ser organizado, na verdade só parece…gera insegurança e instabilidade.  Não se sabe quem está na próxima esquina: amigo ou inimigo?

Embaixo, desta obra de arte super interativa e com esse sentimento de tristeza, medo e opressão, dirigimo-nos ao museu no subterrâneo. Relatos, objetos, fotos, fatos, a história de horror contada por quem a viveu.

Lendo as cartas e cartões postais, pensei quem gosta de escrever, sempre escreve, não importa o quão difícil a situação esteja. É como um paliativo, uma catarse…assim, entendi  Anne Frank e seu diário.  Todos os filmes e livros passaram pela minha mente…A que ponto um ser humano pode chegar? O que uma pessoa pode levar outros a fazer?

Saí reflexiva, porém uma nova pessoa. Dali, fui correndo visitar outros artistas na Galeria ao ar livre do Muro…queria continuar nas artes, porém precisava respirar! Esta visita, eu conto depois.

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26 de janeiro de 2017

Aprendendo a esquiar

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15965821_10211610474448255_1380064850463174615_nSabe aquele ditado  que diz  mais ou menos assim “ olham as pingas que bebo, mas não veem os tombos que levo”? Pois é, pensei muito nele na Itália. Especialmente, enquanto subia a montanha calçando botas pesadas de esqui, os sticks e a mochila, tudo isso com temperatura abaixo de 10 graus negativos..cheguei até menos 24 e num dos dias, enfrentei  uma tempestade de neve. Ah, esqueci de mencionar que os pés enterram na neve,  as luvas não te permitem sentir direito os objetos, porém se ousar tirar, elas ficam vermelhas, depois roxas e congelam.

Você não sobe tudo a pé, primeiro você vai de teleférico. Para entrar, você passa com um cartão especial. O bom da alta tecnologia é que o leitor lê o código mesmo que esteja dentro de seu bolso o que é bom porque não há mãos livres para mostrar o cartão. Após esta fase, corre e pega a gôndola….. mas antes, com ela ainda em movimento, você coloca os esquis nos  espaços externos da gôndola. É preciso ser rápido.

A vista é divina, encantadora mesmo. O branco da neve, por vezes  quase azulado, me fez pensar em  comercial de sabão em pó, tudo muito muito mais branco . Observo os pinheiros que resistem ao frio e à neve e reflito sobre os símbolos de Natal.

Aposto que você pensa que chegando ao topo, é só sair esquiando..lindo como nos filmes…desculpe-me..nem tão simples….a sensação de frio aumenta e você caminha, o que para mim é uma eternidade, montanha acima, íngreme, botas pesadas, mão ocupadas e você caminha colina  acima até chegar a uma  esteira que te leva mais acima ainda. Antes de pisar na esteira, coloca os esqui e tenta se equilibrar na esteira durante mais uma eternidade.15965839_1305835209438624_2548391463450241687_n

Wow! Tecnicamente, é bem simples, esquis em formato de pizza para parar, pressão no pé direito para virar à esquerda e pressão do lado esquerdo  para virar à esquerda. Soa fácil? Após muito tombos, você acaba automatizando isso, mas leva pelo menos uns quatro dias para conseguir descer as colinas. Sabe que o pior não é cair,  é levantar, quando você tem pés gigantes e pesados, o chão escorrega e não há no que se apoiar. Nesse momento de cansaço extremo, você olha toda a colina que você ainda tem que descer e pensa: ” Será que não tem outro meio de descer? Assim, tipo skibunda??” Não, não há, o jeito é meter as caras e encarar.

Durante, a escalada eu pensava “ por que estou fazendo isso?” Então, conclui que fiz por mim, pois preferia me arrepender de ter tentado do que de jamais ter me permitido esta experiência e, depois, já  no Brasil  ficar pensando..Ah da próxima vez!..pode não haver próxima vez…..mas também, fiz por meus filhos, tinha que ser consistente com minha filosofia de vida, não podia me acovardar frente ao novo. E lá fui eu….Foi bom, esquiei e curti com filhos e amigos uma semana encantadora.

Confesso, que a experiência foi muito boa, apesar dos hematomas em minhas pernas e  das dores nos músculos, e agradeço por esta oportunidade. Todavia, já que estou fazendo confidências, aproveito para abrir meu coração e dizer que a melhor parte foi ficar no restaurante bebendo jagertee  e comendo apfestrudel.  Por último, questiono por que não ficar num restaurante italiano cercada de boa comida e aquecida,  saindo  ocasionalmente para garantir uma foto, admirar a vista e tocar na neve?15977025_10211610465848040_6186330193139151153_n



24 de janeiro de 2017

Resistência ao novo

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Berlim ruaNovamente, ao atravessar a rua, mais uma lição. É de noite e não há carros passando; entretanto, os pedestres aguardavam pacientemente a mudança do semáforo. Enquanto aguardo, um brasileiro diz: “Acho isto tão bobo! Se não há carros, porque obedecer o sinal. “

Então, eu pacientemente, respondo  que   “minha mãe    dizia: ‘ Em Roma, aja como os Romanos.’   Por isso, não discuto, apenas copio.”

Para nosso cérebro e para nossa experiência de vida, é bom estarmos abertos para o novo, e assim, respeitar e seguir os costumes quando estamos em outros países.

Se os alemães obedecem por hábito ou por temer as multas que são bem pesadas, eu não sei. Mas, que é muito bom andar a noite pela cidade sem medo de assaltos, lá isso é verdade.  Com certeza, essa tranquilidade para passear de noite apreciando a cidade com seus lindos monumentos e decoração de Natal, eu gostaria de ter no Brasil.

Caminhar, além de um exercício excelente,  oxigena nosso cérebro gerando sinapses e cooperando para nos manter plugados no Agora. Poder caminhar, ler as placas, parar, observar, tirar fotos e refletir sobre a história de um povo com suas tradições, destruições e reconstruções. Ao observar, o portão da foto, toda a história desde 1791, mostra-se  como num filme. passando por Napoleão, segunda Guerra, a construção  e a queda do muro de Berlim que vi apenas pela tv. Tudo isso de madrugada após a ida a um restaurante. Esse prazer de passear sem medo de assalto, eu diria que não tem preço e me pergunto se é a tecnologia que está gerando a ansiedade ou esse constante estado de alerta que vivemos no Brasil.

Fica a questão.

 

 

 

 

 

 

 

 



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