CONSIDERAÇÕES SOBRE   EDUCAÇÃO

15 de novembro de 2017

Ensinando as diversas gerações

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jetsons-vs-flintstonesCada geração tem suas características e  compreendê-las  poderá ser de grande valia na hora de ajudar um aluno a construir conhecimento.

A geração baby boomers necessita de aulas calmas e sossegadas, com um ritmo que propicie  absorver, refletir, questionar e então assimilar o conteúdo. A mudança entre as atividades  deve ser suave e bem planejada. Esta geração precisa dos detalhes da gramática, dos fundamentos e da estrutura ensinada de modo clara e treinada através de muitos exercícios. A lição de casa é sempre bem-vinda.

A geração X, por sua vez, gosta de um pouco de tecnologia, mas não só , vídeos, séries de tv e músicas são muito bem-vindas. Não dispõem de  muito tempo para lições de casa porque trabalham muito, mas gostam de estudar, fazer provas e avaliar o progresso.

Os Millennials ou geração Y evoluem melhor se houver a utilização de muitos recursos tecnológicos. Embora interajam  pessoalmente precisam de atividades que os levem a desenvolver a habilidade de prestar atenção às pessoas, ler o que as pessoas estão pensando ou sentindo sem que seja falado, enfim fazer uso do olho-no-olho.  Outra ferramenta  importante que precisa ser ensinada é  traçar metas e fazer planos a curto, médio e longo prazo porque muitos têm a ilusão de que rapidamente obterão o sucesso financeiro e profissional chegando a CEO ou Presidente da empresa em  dois anos. A geração  Y acostumada a um clique  como portal para todas as respostas, precisa aprender a lidar com emoções especialmente medo, frustração e  fracasso.

A geração Z, que já nasceu mergulhada na internet, interessa-se por tudo o que for tecnológico, por este motivo, recursos de mídias sociais, aparelhos e vídeos atraem a atenção e ajudam muito como ferramentas de aprendizagem. Por adorarem a exposição na mídia,  precisam trabalhar a socialização presencial, ou seja, desenvolver a inteligência inter e intrapessoal. Esta geração vive encarando uma tela nos mais diversos tamanhos: tv, celular, tabletes, laptop, netbook e, constantemente, uma vez que  até no elevador, a tela está passando notícias ou fazendo propaganda. Por isso, ser ensinados a ler as emoções nos rostos das pessoas e aprender a ler a expressão corporal e o olhar tornam-se ensinamentos essenciais.  Nesta questão de desenvolvimento da inteligência emocional,  aprender a lidar com frustração e rejeição figura-se cada vez mais necessário porque não receber curtidas é  muito depreciativo. levando o jovem à depressão e à sensação de exclusão.  Por tudo isso, muito além do conhecimento acadêmico, um trabalho mais holístico é o caminho.

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8 de novembro de 2017

Um alfabeto em gerações

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turma-da-mnica-jovem-edio-88-1-638Nosso cérebro grita por categorização: palavras, animais, recursos e por que não pessoas? A psicologia  apresentou várias  sugestões de categorias para classificar o ser humano. Assim, também, as gerações são classificadas. Mas, o que essas siglas significam? Será apenas mais uma forma de categorizar? Algo como astrologia chinesa que reúne as características pelo ano de nascimento?

Oficialmente, a geração X inclui aqueles que nasceram no início de 1960 até o início dos anos 80. É um grupo identificado como jovem, mas sem uma identidade aparente.  Cresceram  passando pela fase dos  hippies, discos e viram surgir  o  fax, o computador pessoal,  a impressora, o Email, etc. Toda esta tecnologia fantástica que embora atraente mudava radicalmente e aceleradamente a maneira de trabalhar. Esta foi a geração criada com a mãe dizendo  “ – Enquanto estuda não pode ver TV nem ouvir música. Desliga a TV.”

No período seguinte, entre os anos 80 e 90, temos  a geração  Y  ou Millenium desenvolvendo-se em uma época marcada pelo avanço da tecnologia e prosperidade econômica. As crianças da geração Y cresceram tendo o que muitos de seus pais não tiveram, como TV a cabo, videogames, computadores e muito mais. Foram criados cercados por uma vida mais confortável e cheia de facilidades como por exemplo o controle remoto. Sequer levantar para mudar o canal, cujo seletor antes era redondo, eles precisaram. Estes jovens, ao contrário dos anteriores, têm como hábito ser  multitarefas, podendo ao mesmo tempo trabalhar em mais de um projeto, responder e-mails, acompanhar as notícias através de algum site, conversar com os colegas de trabalho, conversar com os amigos online, ouvir música e dar atenção às redes sociais. E, ainda, estudar. A televisão nem precisa estar ligada, pois o celular já traz tudo.

A geração dos nascidos  a partir  de 1992, aproximadamente,  compõe a geração Z. Este, por sua vez, são  nativos digitais e quase já nasceram de posse da tecnologia. Enquanto a geração anterior foi crescendo junto com o avanço tecnológico, esta já nasceu conectada à internet. Por isso, adoram a exposição da vida pessoal, o compartilhamento constante e a comunicação online. Porém, apresentam sérias dificuldades em manter um relacionamento mais íntimo e perceber os sentimentos alheios. São extremamente vulneráveis à opinão alheia e ansiosos ao extremo, uma vez que estão acostumados a obter tudo com apenas um clique. Por outro lado, costumam ter visões engajadas em questões socioambientais.

Ao falar em gerações, não podemos nos furtar a mencionar o grupo nem-nem. Embora sejam considerados quase um sinônimo para geração millenium, este grupo não estuda nem trabalha. Por outro lado, sonha em alcançar objetivos financeiros altos em até dois anos e trabalhar numa empresa gigante da tecnologia.

Desconsiderando as desvantagens de categorizar pessoas pela data de nascimento sem refletir sobre o meio e muitas outras variantes, esta classificação nos ajuda a compreender mais as novas gerações e, ao invés de assumirmos uma postura de crítica, procurar trabalhar juntos para crescer e evoluir.

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31 de outubro de 2017

Novos rumos da escola

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Aprender a fazer? Um dos pilares da educação segundo a UNESCO. Mas, o que é isso?

Há algum tempo,  o  filósofo e professor Mário Sérgio Cortella, estimou que uma criança de 7 anos chega à escola com uma média de 5 000 horas de televisão assistidas numa gama de programas que vão de desenhos à telenovelas passando por documentários e notícias. Por isso, a escola tem que ser diferente da época em que nós fomos alfabetizados. Uma nova geração demanda um novo approach devido às novas necessidades. Porém, questiono, o que dizer da geração que está chegando agora às escolas?

Num breve passeio por restaurantes e shopping centers da cidade, veremos crianças com dois anos de idade já de posse de um celular ou tablete. Essa nova geração já nativos digitais definitivamente não podem encontrar a mesma escola que nós encontramos. Na verdade, nem mesmo a escola que a geração Millenium frequentou.

Nesta era, em que com  um click , a criança adquire o conhecimento que quiser porque tudo está disponível em segundos, a escola precisa se reinventar. Quadro, lousa, markers e vovô viu a uva, precisam se repaginar.23113143_10214363238905646_368075076_o

Nesta busca, retomo os pilares da educação segundo a UNESCO: “aprender a conhecer (adquirir instrumentos de da compreensão), aprender a fazer (para poder agir sobre o meio envolvente), aprender a viver juntos (cooperação com os outros em todas as atividades humana), e finalmente aprender a ser (conceito principal que integra todos os anteriores).  Estas quatro vias do saber, na verdade, constituem apenas uma, dado que existem pontos de interligação entre elas., eleitos como os quatro pilares fundamentais da educação.”

As aulas devem ter esses pilares como bússola ou GPS para usar um vocábulo mais atual, talvez ainda mais atual WAZE. Nossos alunos precisam aprender a fazer fazendo. Tornar as aulas mais práticas e atraentes retirando-os da situação passiva oferecida pela internet.

As atividades desenvolvidas pelo KIDZANIA por exemplo, podem e devem ser trazidas para a escola ensinando as crianças sobre finanças, o valor do dinheiro, organização, escrita, profissões, sonhar,   e planejar objetivos.

O mesmo conteúdo pode ser apresentado de diversas formas. Inove!

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24 de outubro de 2017

Anti-culturas brasileiras

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águaUma palestra, a meu ver, brilhante do Ministro Herman Benjamin que nos traz as palavras de Tobias Barreto, filósofo brasileiro, descrevendo tão claramente os sentimentos dos brasileiros nesta época:

“A sociedade, em que vivo, não tem decerto força bastante para levar-me consigo, como um madeiro arrastado pelas águas selvagens dos nossos rios; mas eu também, por minha vez, não sou bastante forte para desviá-la do seu caminho, para fazê-la à minha imagem e semelhança; daí uma perpétua inconciliabilidade entre nós, que me faria misantropo e infeliz se a natureza não me tivesse investido de uma índole expansiva e mil vezes mais disposta ao prazer, do que à tristeza”. Tobias Barreto

O Ministro cita Tobias Barreto para explanar sobre anti-culturas  de nossa sociedade e  as elenca como segue:

- ostentação: cria dúvidas sobre a origem e a legitimidade dessas práticas;

-indisciplina: a indisciplina  gera a falta de foco;

-desperdício: não só de alimentos, mas também de recursos naturais como luz e água.

-falta de atenção com os vulneráveis:  ferindo princípio constitucional;

-banalidade do ataque aos cofres públicos; banalização da corrupção;

-profundo pessimismo que leva à alienação e à omissão.

Todos estes pontos de anti-cultura não foram mencionados para nos fazer esmorecer. Ao contrário,  a saída é a Educação.  A combatividade deve vir pela educação. O brasileiro, ainda segundo o ministro, tem como missão olhar para a frente sem se omitir, pois quando queremos somos um país civilizado que respeita fila para idosos, estacionamento especial para pessoas com dificuldades de locomoção e outras pequenas atitudes que podem ajudar os brasileiros a vencer as dificuldades.

Finalizando, ele conclama os alunos a observar que somos melhores hoje e podemos criar uma nova sociedade.

*Palestra proferida na UNISANTA em 31 de julho de 2017. Ministro do TSE e STJ

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4 de outubro de 2017

Frustração e desejo

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Orquestra Instituto Pão de Açúcar

 

Ao ouvir um belíssimo concerto da Orquestra do Instituto Pão de Açúcar, questionei-me quantos jovens hoje em dia estudariam música, línguas ou praticariam esportes. A tecnologia proporciona o conhecimento e a satisfação dos desejos com um clique apenas. Este acesso rápido à informação e ao objeto de desejo como um filme ou o próximo episódio de uma série de tv, pode estar gerando jovens frágeis em termos de busca de realização.

Música, línguas e esportes demandam tempo de dedicação e saber lidar com a frustração de não conseguir e, neste caso, tentar de novo e de novo até conseguir.  Este esforço laboral e físico sem mencionar o mental pode estar desestimulando os jovens a perseguir seus sonhos ou mesmo ter sonhos. A maioria acha que as pessoas nascem com dons e que, sem sacrifícios, saem tocando um instrumento. Há dons naturais, porém também é preciso dedicação.

Remeto-me a Mário Sérgio Cortella, que tão bem descreve desejo:

“Quem tem desejo  e acha que ele magicamente será concretizado, acaba  não só tendo uma frustração em relação à não concretização, como ainda corre o risco de atribuir a outras pessoas, ou ao destino, ou a vida aquilo que não aconteceu.” Mário Sérgio Cortella em Pensar bem nos faz bem. ( p91)

Na série de TV, Secret and Lies, em sua segunda temporada, os  filhos repetem em coro no primeiro episódio a frase que o pai sempre disse:

“ Sempre ensinei a meus filhos a trabalhar muito, doar e não achar que as coisas vêm fácil.”

Precisamos observar os valores que estamos passando para as novas gerações.

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27 de setembro de 2017

7 dicas para aprender um idioma:

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Muito tem sido dito sobre como estudar inglês ou qualquer outra língua, por isso com mais de 30 anos de experiência no ensino de línguas, vou sumarizar para você:

  1.  10 minutes a day: estude 10 minutos todo dia. Coloque em sua agenda assim que acordar e dedique esse tempo para rever vocabulário ou regras gramaticais.
  2.   Brain erasing: estudar e ir dormir não é uma boa ideia, pois seu cérebro pode apagar o qeu foi estudado. Estudar todo o dia significa rever o que foi estudado pelo menos umas duas vezes ao dia. O cérebro precisa ver o mesmo tema mais de duas vezes para entender que aquela informação é importante e retê-la.
  3.   Filmes: assistir filmes ou trailers com ou sem subtitles melhorará seu listening.
  4.   Markers: use canetas marca texto, visualmente te ajudarão a compreender e memorizar.
  5.   Escreva listas: faça suas listas, escreva. Quando escrevemos, o trabalho motor ajuda o cérebro a gravar a informação. Não está provado ainda que o mesmo fenômeno ocorra ao digitar.
  6.   Música: há vários sites com música que oferecem inclusive exercícios. Aproveite os vídeo clips com as letras para melhorar vocabulário e ritmo.
  7. Mascar chiclete: não está comprovado cientificamente, mas vendo este vídeo pode te ajudar pelo menos a melhorar a habilidade de  listening:    https://www.youtube.com/watch?v=QC5JnGC-pQA
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19 de setembro de 2017

Sou tímido, e agora?

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quinoSegundo Jennifer B. Kahnweiler,  autora de A Força dos Quietos, cinquenta por cento da população é constituída por tímidos/ introvertidos. Os tímidos nascem bons ouvintes e mais engajados em ouvir e processar ideias, fato que lhes concede uma vantagem num mundo onde pouco se escuta e muito se fala. Além disso, o tímido naturalmente observa mais as relações e a linguagem corporal, captando assim os sutis sinais indicadores dos sentimentos profundos alheios. Este conhecimento pode transformar-se num instrumento importante para influenciar pessoas

Todas estas habilidades são inatas aos tímidos e eles devem fazer bom uso delas. Enquanto o extrovertido precisa dedicar-se muito para despertar e aplicar esta escuta atenta, o introvertido   age assim sem dificuldade, abrindo um canal de comunicação mais abrangente e seguro.

Entretanto, há algumas áreas da personalidade do introvertido que oferecem espaço para melhorias. Obter credibilidade é um processo que exige uma ação intencional e a longo prazo. Por isso, o tímido precisa vencer a tendência a manter-se sozinho o tempo todo, embora alguns momentos de ostracismo sejam benéficos. Os tímidos precisam desses momentos de solidão para produzir, ser criativo, desenvolver e gerar propostas inovadoras e certeiras. Todavia, precisa abrir-se para o outro também.

Para construir conexões, uma dica é dar informações sobre si mesmo e, para aprimorar a comunicação, é interessante ser o que autor chama de caixa de ressonância que engloba alguns aspectos:

  • Apenas esteja lá, ou seja, permita que a pessoa coloque sua história na pauta, e leia o que não é dito através da linguagem corporal (vá além das palavras);
  • Valide a posição e sentimentos da pessoa;
  • Sintetize o que ouviu, parafraseie;
  •  Agregue valor;
  • Uso o nome das pessoas ao conversar.

Trabalhe esses pontos e transforme o que parecia ser uma desvantagem da personalidade em ponto forte!

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13 de setembro de 2017

Empregado ou empregável?

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diplomaEstar empregado, especialmente em um período de crise como esse que atravessamos no Brasil  é  um sonho a perseguir;  contudo,  manter o nível de empregabilidade é essencial em qualquer tempo.

Resta a questão: como?

Inicialmente, saber inglês deixou de ser um plus em seu currículo, uma vez que as empresas esperam inglês  fluente e uma segunda língua pelo menos em nível intermediário.

Se ter uma faculdade era um super ponto no CV, hoje em dia a pós-graduação ou MBA é mandatório.

Além dos títulos, demonstrar interesse por estudar é essencial e você pode comprovar isso facilmente por meio de presença em seminários ou certificações em cursos recentes.

Em época de dificuldades financeiras, há inúmeros cursos online oferecidos por renomadas universidades que podem ser úteis. Aproveite o tempo disponível para se qualificar mais. Sorte não existe. O que existe é a perfeita sintonia no axioma: qualificação, habilidade, preparo e oportunidade.

Voltando ao tema das línguas estrangeiras, um intercâmbio conta muitos pontos; portanto, não hesite em aproveitar suas férias para estudar.

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29 de agosto de 2017

Desemprego e desmotivação

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WhatsApp Image 2017-08-29 at 11.22.46 AMHeloisa ( nome fictício) se olha no espelho e pensa:

- Tenho duas opções aceitar o papel de vítima e ficar chorando em depressão numa cama ou encarar os fatos e começar a lutar.

Diante deste quadro, com muita lentidão e dificuldade, Heloísa, venceu toda a inércia que a deixava na cama, levantou-se e saiu à luta.

Assim, como Heloísa, muitos outros desempregados estão perdidos e desesperados percebendo que os dias passam e o quadro só piora.

Jennifer B. Kahnweiler, autora do livro A Força dos Quietos, descreve o resultado de seu trabalho com grupos de profissionais durante vários períodos de recessão e atesta que quando candidatos a emprego passam muito tempo diante do computador enviando currículos, perdem a motivação. Porém,  quando oferecem seus serviços como voluntários a ouras pessoas ou instituições e ONGs, a tristeza diminui pois o foco sai dos próprios problemas e renova a energia. Dispor de muito tempo para pensar nos problemas, segundo a autora é altamente desmotivador.

Ao contrário, abrindo-se para o mundo além de fazer um novo network, as possibilidades de obter uma colocação são aceleradas. O ócio em excesso drena a energia. Por tudo isso,  aquela sabedoria de que fazendo o bem, recebemos o bem, ainda é a saída.

Fonte: A Força dos Quietos. Kahnweiler, editora Gente, p.79,2013

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27 de agosto de 2017

5 dicas rápidas para vencer na entrevista para estágio:

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bíceps

Às vezes, deslizes básicos derrubam um candidato, especialmente neste momento de crise econômica, por isso:

  1. 1.       Seja pontual  - faça como os franceses: chegue cedo, passe numa padaria próxima e só entre quando faltar 20 minutos para o agendamento. Chegar muito cedo poderá te deixar ansioso ou incomodar os entrevistadores e atrasado – nem pensar!
  2. 2.       Medite – aproveite os momentos na padaria para rever seu currículo e pontos que devem ser enfatizados. Mentalmente, faça a entrevista visualizando calma e sucesso.
  3. 3.       Vestimenta – lembre-se, limpas e bem profissionais.
  4. 4.       Autenticidade – não tente ser o que não é.
  5. 5.       Brilho nos olhos –  demonstre interesse, alegria e positividade em sua visão de vida.

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